A mais famosa celebridade austríaca desde Hitler

Já não me lembro da última vez que fora ao cinema. Não se trata apenas de uma simples força de expressão — não me lembro mesmo. Fui ontem, para celebrar um simbólico início de férias e para matar saudades. A escolha foi óbvia:
Brüno (eu sou um fã incondicional do Sacha Baron Cohen). Brüno é mais uma das suas apuradíssimas personagens — quiçá a mais forte, a nível provocatório —, e o comediante inglês construiu em seu redor uma trama que lhe faz jus, embora, enquanto longa metragem, deixe algo a desejar, ficando inclusivamente alguns pontos atrás do seu anterior
Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan. Ainda assim, não lhe faltam momentos deliciosos, hilariantes ou, pura e simplesmente, chocantes — e sim, são três tipos de momentos do filme perfeitamente distinguíveis entre si.
No que diz respeito ao cinema propriamente dito, não faço quaisquer tenções de retomar o hábito que já tive de o frequentar semanalmente (já cheguei a fazê-lo várias vezes por semana!). Adoro a sétima arte, mas, a menos que arranje uma sala que me encha as medidas ou que alguma situação excepcional o justifique, duvido que me voltem a apanhar numa ida espontânea, a solo, a um dos nossos abjectos
multiplexes. Quase seis euros por uma sessão? Intervalo? Vinte minutos de publicidade (e apenas um par dos bons, velhos e gostosos
trailers)? E porquê publicidade quando o filme já deveria ter começado em vez de aproveitarem o silencioso intervalo para tal? Enfim...
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3 COMENTÁRIOS:
O Borat foi dos filmes mais deprimentes que eu tive a infelicidade de ver, tenho a dizer. E este, este também não me cheira :p
18 de Julho de 2009 02:52Lamento lê-lo, mas, assim sendo, vejo-me na obrigação de te aconselhar a manteres-te o mais longe possível de Brüno.
18 de Julho de 2009 10:50Vou seguir o conselho :p
31 de Julho de 2009 23:30Enviar um comentário:
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